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O Plano de vida sustentável da Unilever para

Gases com efeito de estufa

Gases com efeito de estufa

Secas, inundações, quebras na produção agrícola, comunidades perturbadas ou desalojadas e economias afetadas – as potenciais ameaças colocadas pelas alterações climáticas são relevantes e urgentes. Mas apesar do combate às alterações climáticas colocar sérios desafios, oferece igualmente enormes oportunidades.

Agir sobre as alterações climáticas é uma necessidade – mas é também uma ocasião para fazer crescer o nosso negócio respondendo a oportunidades em toda a nossa cadeia de valor.

Queremos desempenhar o nosso papel no movimento global de criação de uma economia baixa em carbono, pelo que estamos a aumentar o nosso uso de energias renováveis para tornarmos as nossas operações positivas em carbono até 2030. Definimos também uma meta científica própria para reduzir para metade o impacto dos gases com efeito de estufa (GEE) causados pelos nossos produtos ao longo do seu ciclo de vida até 2030.**

O pilar relativo aos GEE do nosso Plano de Sustentabilidade Unilever (USLP) contribui para vários dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS), principalmente: Energias Renováveis (ODS 7); Combate às Alterações Climáticas (SDG 13) e Ecossistemas Terrestres e Biodiversidade (SDG 15).

A nossa estratégia

Pretendemos que o consumo baixo em carbono venha a ser o novo valor normal, pelo que estamos a agir para reduzir as emissões de GEE ao longo da nossa cadeia de valor.

Eliminating fossil fuels in manufacturing

Agir ao longo da nossa cadeia de valor

No seguimento do Acordo de Paris, quase 200 países estão a avançar com reformas de baixo consumo de carbono, ajudando a gerar cerca de $23 biliões em oportunidades para investimentos inteligentes em termos climáticos até 2030. A chave para a transformação da atual infraestrutura com elevado teor de carbono para uma alternativa baixa em carbono é a mudança de sistemas. Os riscos apresentados pelas alterações climáticas atravessam as fronteiras entre países, continentes, indústrias e sociedades. O ODS 17 – Parcerias para o Desenvolvimento – é crítico para desbloquear o desenvolvimento dos restantes 16 ODS. Empresas, governos e cidadãos, todos têm um papel a representar, mas o fundamental para criar uma alteração de sistemas é a colaboração, e é por isso que estamos a privilegiar a promoção e as parcerias com outros.

Isto levou-nos a enfrentar questões que abrangem toda a nossa cadeia de valor, desde o combate à desflorestação e a melhoria da pegada de carbono da nossa cadeia de fornecimento agrícola, ao desenvolvimento de mais produtos com um menor impacto de GEE para o uso doméstico.

27% da nossa pegada de GEE é proveniente de matérias-primas para ingredientes e embalagens. Os impactos das alterações climáticas na agricultura serão diferentes consoante as zonas do globo. Um passo importante no nosso programa de origem sustentável será o lançamento, em 2018, do renovado Código de Agricultura Sustentável, que irá conter orientações sobre todos os aspetos da Agricultura Climática Inteligente.

No centro da nossa cadeia de valor situam-se as nossas próprias unidades e locais de produção – os locais do nosso negócio sobre os quais temos maior controle. Efetuámos um compromisso para tornar as nossas operações positivas em carbono até 2030. Isso significa que 100% da nossa energia irá ser proveniente de fontes renováveis – e pretendemos apoiar diretamente a geração de mais energia renovável que aquela necessária para as nossas operações, disponibilizando esse excedente nos mercados e comunidades onde operamos.

A tecnologia e inovação estão a representar um papel crítico no combate às alterações climáticas – e na abertura de oportunidades para negócios que uma economia baixa em carbono irá criar. Mais de 60% da nossa pegada de GEE é proveniente da utilização dos nossos produtos pelos consumidores em suas casas. Para reduzir este número, estamos a utilizar o nosso conhecimento e recursos em inovação, investigação e desenvolvimento, para levar às pessoas produtos que apreciem mas causem menores impactos ao nível dos GEE.

O Grupo de Trabalho para Divulgações Financeiras Relacionadas com o Clima (DFRC)

Um número crescente de investidores exigem mais informações sobre o modo como as empresas estão a abordar os efeitos das alterações climáticas, e reconhecemos a importância de divulgar riscos e oportunidades relacionadas com o clima. A adoção das recomendações DFRC é um passo importante no sentido de possibilitar às forças do mercado gerirem uma distribuição eficiente de capital e apoiarem uma transição suave para uma economia baixa em carbono.

No âmbito do nosso negócio, as alterações climáticas afetam tudo aquilo que fazemos, e existe uma grande variedade de atividades do nosso Plano de Sustentabilidade Unilever para as combater. Integrámos divulgações relativas ao clima por todo o nosso Relatório e Contas Anual 2017 e nas secções sobre Redução do Impacto AmbientalGás do efeito estufa, Água, Resíduos e Origem Sustentável – do nosso Relatório de Sustentabilidade 2017.

A nossa abordagem

O nosso compromisso basilar é a redução para metade do impacto causado pelos GEE dos nossos produtos ao longo do seu ciclo de vida, até 2030. Este compromisso é um objetivo científico, que por sua vez é apoiado pelos nossos objetivos científicos de carbono positivo. Estes são definidos como “em linha com o nível de descarbonização necessário para manter o aumento de temperatura global abaixo dos 2°C relativamente às temperaturas registadas na época pré-industrial"*** - que é a base do Acordo de Paris.

Para compreender os riscos financeiros que as alterações climáticas podem causar no nosso negócio, realizámos uma avaliação de alto nível sobre o impacto global que cenários com aumentos de 2°C e 4°C na temperatura poderiam ter em 2030. Identificámos os impactos materiais nos negócios da Unilever para cada um destes cenários, com base nos dados internos e externos existentes. Estamos a agir para combater os nossos riscos de alteração climática de acordo com o resultado destes cenários de análise, bem como a beneficiar de quaisquer oportunidades que estas alterações poderão apresentar ao longo da nossa cadeia de valor.

Os principais impactos do cenário com um aumento de 2°C:

  • Introdução de um preço de carbono em países-chave, o que consequentemente leva a aumentos tanto nos custos de produção como das matérias-primas, tais como ingredientes lácteos e os metais utilizados nas embalagens.
  • Introdução de requisitos zero desflorestação, e uma alteração para a agricultura sustentável coloca pressão na produção agrícola, aumentando o preço de algumas matérias-primas.

Os principais impactos do cenário com um aumento de 4°C:

  • Escassez crónica e aguda de água reduz a produtividade agrícola em algumas regiões, aumentando os preços das matérias-primas.
  • Aumento da frequência de condições meteorológicas extremas (tempestades e inundações) leva a um aumento da ocorrência de perturbações nas nossas redes de produção e distribuição.
  • Aumento da temperatura e eventos meteorológicos extremos reduzem a atividade económica e o aumento do produto interno bruto (PIB), causando um decréscimo no nível de vendas.

Os resultados da análise aos cenários confirmam a importância de uma maior ação para assegurar que compreendemos as dependências críticas entre as alterações climáticas e o nosso negócio. E assegurar que temos em prática planos de ação para ajudar a mitigar estes riscos e preparar o negócio para o ambiente futuro em que iremos operar.

Para combater as alterações climáticas, adotámos uma abordagem combinada de efetuar mudanças ao nosso próprio negócio – destinadas a reduzir as emissões sobre as quais temos maior controlo – enquanto nos associamos aos esforços coletivos e promoção para ajudar a alcançar amplas alterações aos sistemas que são necessárias para criar um mundo baixo em carbono. O nosso trabalho inclui:

O nosso compromisso

Iremos reduzir para metade o impacto dos gases com efeito de estufa dos nossos produtos ao longo do seu ciclo de vida até 2030. **

Além disso, nas nossas próprias operações, iremos tornar-nos positivos em carbono até 2030 através da eliminação dos combustíveis fósseis das nossas fontes de energia e efetuar a mudança para energias 100% renováveis. Pretendemos também apoiar diretamente a geração de mais energia renovável que aquela que consumimos, disponibilizando o excedente aos mercados e comunidades onde operamos.

Progresso até à data

Efetuámos uma redução do CO2 resultante do consumo energético em 47%† por tonelada de produção nas nossas operações, e continuámos a desenvolver produtos com um menor impacto de GEE, contudo o impacto de GEE causado pelos nossos nossos produtos ao longo do seu ciclo de vida total aumentou cerca de 9%† desde 2010.**

O crescimento de vendas subjacente ao mesmo período foi de 33.1%, pelo que é encorajador observar que estamos a dissociar o impacto dos GEE na nossa cadeia de valor do nosso crescimento comercial. O aumento nas emissões de GEE por uso do consumidor é principalmente fomentado pelo nosso negócio de Cuidados Pessoais que sofreu uma expansão nos produtos de cabelo e duche através de aquisições.

Desafios futuros

A dinâmica por trás das ações climáticas continua em crescimento. Mais investidores estão a considerar a resiliência ao carbono nas suas decisões. E de acordo com a sondagem que conduzimos em 2016, os consumidores estão cada vez mais em busca de empresas e produtos sustentáveis. Acreditamos que a transição para um modelo baixo em carbono para economias e sociedades pode ser conseguido – mas não há dúvida de que ainda existem desafios.

A quantidade de energia renovável disponível está a aumentar, e os custos estão a cair rapidamente. Mas muitas das infraestruturas mundiais continuam dependentes de combustíveis fósseis. Por exemplo, isso significa que a eletricidade utilizada para aquecer água, incluindo a água quente utilizada pelos nossos consumidores, contribui de modo significativo para as emissões de GEE.

Para alcançarmos o nosso compromisso de reduzir para metade o impacto de GEE causado pelo uso dos nossos produtos ao longo do seu ciclo de vida até 2030, estamos dependentes de um grande número de fatores externos, tais como a eficiência energética dos eletrodomésticos dos consumidores, e a intensidade em carbono da energia fornecida nos lares das pessoas – bem como do comportamento dos consumidores.

Acreditamos que a definição de preço do carbono é uma parte fundamental da resposta global às alterações climáticas, e sem isto é improvável que o mundo alcance os seus objetivos de redução de GEE. Temos apoiado publicamente a instituição de um preço para o carbono e somos um membro do Caring for Climate Campaign and The Carbon Pricing Leadership Coalition, do Pacto Global da ONU (UN Global Compact), organizado pelo Banco Mundial. Implementámos os Critérios de Liderança Comercial sobre Preços do Carbono, do Pacto Global, e em 2018 aumentámos o nosso preço interno de carbono para 40€ por tonelada.

* Dois dos nossos objetivos foram aprovados pela Science Based Targets Initiative (SBTi) em 2017. Definimos o nosso primeiro objetivo com base científica em 2010, de reduzir para metade o impacto dos gases com efeitode estufa dos nossos produtos ao longo do seu ciclo de vida até 2030. O segundo objetivo com base científica foi introduzido em 2015, visando a utilização de energia 100% proveniente de fontes renováveis em todas as nossas operações até 2030.

** Os nossos objetivos ambientais são expressos contra uma referência de 2010 e numa base ‘por uso do consumidor’. Isto significa uma utilização, porção ou dose de um produto.

***Tal como descrito no Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC AR5).

Assegurado de modo independente pela PwC


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Objetivos e performance

Temos o compromisso ambicioso de reduzir para metade os gases com efeito de estufa (GEE) associados à utilização dos nossos produtos pelos consumidores na nossa cadeia de valor.


Gases com Efeito de Estufa
O nosso compromisso

Reduzir para metade o impacto dos gases com efeito de estufa causados pelos nossos produtos ao longo do seu ciclo de vida até 2030.*

A nossa performance

Em 2017, o nosso impacto nos gases com efeito de estufa causados pela utilização do consumidor aumentou cerca de 9% desde 2010.*

A nossa perspetiva

Em 2017, as nossas fábricas reduziram as emissões de CO2 derivadas do consumo de energia em 43% por tonelada de produção, em comparação com 2008. Aumentámos também o uso de energias renováveis nos nossos processos de produção; em 2017, esse valor aumentou para 33.6%, em comparação com os 15.8% registados em 2008. Além disso, 65% de toda a energia elétrica utilizada nas nossas operações de produção era proveniente de fontes renováveis.

Desde que em 2010 lançámos o nosso Plano, temos aprendido bastante sobre as áreas que podemos influenciar e sobre aquelas que não podemos, e quais as áreas que necessitam de uma ação mais abrangente por parte de outros agentes. Por exemplo, isto inclui a alteração das redes energéticas rumo a um maior uso de fontes renováveis. Isso leva o seu tempo mas está a ir na direção correta, o que irá contribuir positivamente na redução para metade do impacto dos GEE causados pelos nossos produtos até 2030.

Para desempenharmos o nosso papel, definimos também objetivos para tornar as nossas operações “positivas em carbono” até 2030. Isto significa obter 100% da nossa energia total desde fontes renováveis até 2030, e disponibilizar o excedente energético nos mercados e comunidades onde operamos.

Contudo, o impacto dos GEE dos nossos produtos subiu 9% desde 2010.* O crescimento de vendas subjacente dentro do mesmo período foi de 33.1%, pelo que é encorajador observar que estamos a dissociar os impactos dos GEE na nossa cadeia de valor, do crescimento do nosso negócio.

O aumento nas emissões de GEE por utilização do consumidor deve-se principalmente ao nosso negócio de Cuidados Pessoais, que verificou uma expansão em produtos de cabelo e duche devido a aquisições. Mais de 60% da pegada de GEE na nossa cadeia de valor é proveniente do uso pelo consumidor, principalmente através de água aquecida para duches, cuja influência é de mais difícil controlo.

* Os nossos objetivos ambientais são expressos contra uma referência de 2010 e numa base ‘por uso do consumidor’. Isto significa uma utilização, porção ou dose de um produto.

Assegurado de modo independente pela PwC


  • Alcançado

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Os nossos objetivos

Consulte por favor a Certificação Independente para obter mais informação sobre o nosso programa de certificação em todo o Plano de Sustentabilidade Unilever.

Tornar-nos positivos em carbono na produção

  • Até 2020 as emissões de CO2 proveniente de energia nas nossas unidades de produção estarão em linha ou abaixo dos níveis registados em 2008, apesar de processarem volumes significativamente superiores.

Isto representa uma redução na ordem dos 40% por tonelada de produção.

Comparativamente a uma referência de 1995, isto representa uma redução de 63% por tonelada de produção e uma redução absoluta de 43%.

1,218,554 menos toneladas de CO2 proveniente de energia em 2017 comparativamente com 2008 (uma redução de 47%por tonelada de produção).

Comparativamente com 1995, isto representa uma redução absoluta de 69%.


Iremos ser positivos em carbono nas nossas unidades de produção até 2030:


  • Iremos obter 100% da energia para as nossas operações** a partir de fontes renováveis até 2030.

Em 2017, 33.6% do total de energia utilizada nas nossas operações de produção foi provém de fontes renováveis, em comparação com 15.8% em 2008.


  • Iremos obter toda a eletricidade adquirida da rede de fontes renováveis até 2020.

Em 2017, 65% de toda a eletricidade proveniente da rede utilizada nas nossas operações de produção foi proveniente de fontes renováveis.


  • Iremos eliminar o carvão do mix energético até 2020.

Em 2017, 1.1 milhões de GJ de energia utilizados nas nossas operações de produção foram geradas através de carvão. Durante o ano, 16 das nossas instalações de produção utilizaram energia gerada através de carvão. Até ao final de 2017 este número foi reduzido para 12 instalações.


  • De modo a alcançar o nosso objetivo de sermos positivos em carbono até 2030, pretendemos apoiar diretamente a geração de mais energia renovável que aquela que consumimos e disponibilizar o excedente aos mercados e comunidades onde operamos.

Em 2017 continuámos a desenvolver a nossa metodologia e iremos apresentar o progresso dos nossos objetivos no nosso Relatório de Sustentabilidade 2018.


  • Todas as fábricas recém-construídas se orientarão pelo objetivo de causar menos que a metade do impacto das unidades abrangidas nos dados do ano base de 2008.

Novas fábricas na Turquia, no Vietnã, Índia e Irã começaram a produzir em 2017. Quando estiverem plenamente operacionais, essas fábricas se orientarão pelo objetivo de emitir 50% menos CO2 do que ano base de 2008, conforme dados representativos daquele ano.


A nossa perspetiva

Em 2017, as nossas unidades de produção reduziram as emissões de CO2 desde energia em 8.1% por tonelada de produção comparativamente com 2016 e 47%† por tonelada de produção comparativamente com 2008, apesar de terem alcançado o nosso objetivo com 4 anos de antecedência, em 2016. Foram produzidas menos 1,218,554† toneladas de CO2 desde energia em 2017 comparativamente à nossa referência de 2008. Continuámos a reduzir o uso de energia em 2.8% por tonelada de produção em 2017 e em 26% desde 2008.

Em 2015 anunciámos a nossa ambição de sermos positivos em carbono. Isto substitui o nosso anterior objetivo de obter 40% da nossa energia em todas as nossas operações a partir de fontes renováveis até 2020. Até ao final de 2017, 109 fábricas em 36 países de todos os continentes adquiriram 100% da sua energia elétrica da rede a partir de fontes renováveis comprovadas. Em 2017 satisfizemos 33.6% das nossas necessidades energéticas a partir de fontes renováveis.

Como nos estamos a tornar positivos em carbono nas nossas operações

Reduzir as emissões de gases com efeito de estufa na lavagem de roupa

Reformular os nossos produtos para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa em 15% até 2012.

Mais de 95% (por volume) dos nossos detergentes em pó para a roupa nos 14 principais países one nos encontramos foram reformulados, alcançando uma redução de 15% nas emissões de gases com efeito de estufa até ao final de 2012.

Continuamos a reformular através da otimização do uso de matérias-primas em pós e cápsulas e a otimizar a nossa produção.


A nossa perspetiva

Os detergentes líquidos para a roupa têm uma pegada ambiental em termos de gases com efeito de estufa (GEE) menor que os detergentes em pó. Estamos a fomentar o desenvolvimento do mercado através dos líquidos: crescemos mais rapidamente nos detergentes líquidos onde quer que estejam presentes detergentes em pó, barra e líquidos.

Muitos dos nossos detergentes líquidos agora à venda são concentrados, o que reduz as emissões de GEE. Eles oferecem também um ótimo desempenho de limpeza a temperaturas mais baixas. Estamos também a aumentar o número de doses de lavagem, o que significa que os consumidores não podem dosear a menos nem a mais.

Continuamos a liderar o setor no desenvolvimento de pós com baixo impacto através da remoção ou redução dos fosfatos e zeólitos - componentes chave com um alto impacto nos GEE. Eliminámos os fosfatos a 100% dos nossos produtos de lavagem de louça e alcançámos uma redução de 95% na utilização global de fosfatos em todos os nossos detergentes em pó, resultando numa redução de até 50% nas emissões de CO2 por uso unitário do consumidor. Continuamos a investigar tecnologias que poderão conduzir no futuro a produtos livres de fosfatos.

Inovação para reduzir gases com efeito de estufa

Reduzir as emissões de gases com efeito de estufa provenientes do transporte

Até 2020, as emissões de CO2 provenientes da nossa rede logística global irão situar-se no máximo ao nível dos valores de 2010, apesar de processarem volumes significativamente maiores. Isto representará uma melhoria de 40% na eficiência de CO2.

Iremos alcançar esta meta através da redução de quilometragem de camiões; utilizando veículos de emissões reduzidas; usando meios de transporte alternativos tais como o ferroviário ou naval; e melhorando a eficiência energética dos nossos armazéns.

Um aumento de 31% na eficiência de CO2 desde 2010. Uma melhoria de 6% na eficiência de CO2 e uma redução de 4% em termos absolutos em 2017 comparativamente com 2016.1


A nossa perspetiva

Em 2017, atingimos uma melhoria de 31% na eficiência de CO2 desde 2010. Efetuámos progressos sólidos, com alguns dos nossos grupos de mercados a alcançarem os seus maiores progressos de sempre na eficiência de CO2.

O objetivo que estabelecemos para 2020 continua a ser ambicioso, mas estamos determinados a alcançá-lo continuando a melhorar as fortes bases que temos instituídas. Através da inovação e do desenvolvimento de projetos de redução do carbono desde as bases dos processos, iremos partilhar as melhores práticas para assegurar que reforçamos a eficiência da nossa logística de transporte.

Cada vez mais utilizamos meios de transporte alternativos à estrada como as ferrovias e o mar para transportar bens. Para trajetos ainda feitos por estrada, estamos a explorar tecnologias alternativas ao combustível tais como a utilização de gás natural liquefeito (GPL), veículos elétricos, tecnologias de cobertores térmicos em camiões com temperaturas controladas e tecnologias de hidrogénio. Estamos a trabalhar com os nossos parceiros para acelerar a adoção das tecnologias mencionadas anteriormente.

1 A melhoria acumulada desde 2010 é avaliada em todos os nossos 14 principais países; a melhoria anual é avaliada em mais de 50 países.

Redução das emissões em transportes

Reduzir as emissões de gases com efeito de estufa provenientes da refrigeração

Sendo o maior produtor mundial de gelados, iremos intensificar a instalação de arcas congeladoras que utilizam refrigerantes naturais e amigos do ambiente (hidrocarbonetos). Quando lançámos o nosso Plano em novembro de 2010 havíamos já adquirido 450,000 unidades com o novo refrigerante.



  • Iremos adquirir 850,000 novas unidades até 2015.

Em 2013 ultrapassámos o nosso objetivo de adquirir 850,000 arcas amigas do ambiente, alcançando um total na ordem dos 1.5 milhões.

Em 2017 o nosso total aumentou para cerca de 2.6 milhões de arcas com hidrocarbonetos.


A nossa perspetiva

Os refrigerantes de hidrocarbonetos (HC) amigos do ambiente que utilizamos nas nossas arcas têm um potencial irrisório de aquecimento global em comparação com os hidrofluorocarbonetos (HFCs) anteriormente utilizados, que têm um impacto no aquecimento global milhares de vezes superior à quantidade equivalente de dióxido de carbono. Apenas a simples alteração do tipo de refrigerante provoca um aumento aproximado de 10% na eficiência energética das nossas arcas. Até ao final de 2017, comprámos cerca de 2.6 milhões de arcas que utilizam refrigerantes naturais.

Continuamos a expandir a nossa rede de arcas de HC amigos do ambiente e a tornar os nossos congeladores mais energeticamente eficientes. Em 2017, as arcas que adquirimos eram 50% mais eficientes energeticamente em comparação com o nosso valor referência de 2008, com os modelos mais eficientes a superarem esse valor. Estamos a trabalhar em inovações para efetuar melhorias adicionais na eficiência energética das arcas, incluindo a utilização inovadora de painéis solares para alimentar as nossas arcas.

Arcas amigas do ambiente

Reduzir o consumo de energia nos nossos escritórios

Até 2020 iremos reduzir para metade a energia (kWh) adquirida por ocupante nos escritórios dos 21 principais países onde estamos localizados, em comparação com os valores de 2010.

Redução de 30% na energia (kWh) adquirida por ocupante desde 2010.


A nossa perspetiva

Definimos para 2020 o objetivo desafiante de reduzir o consumo de energia nos nossos locais de trabalho. Em 2017 assistimos a um ligeiro aumento na energia total adquirida e a uma queda no número de ocupantes nas nossas instalações. Continuámos a trabalhar em programas de eficiência energética nas nossas instalações e muitos aumentaram a sua eficiência em 2017.

Mas somos desafiados pelo consumo energético dos nossos centros de dados e das nossas instalações de investigação e desenvolvimento (ID), que representam cerca de metade da nossa energia adquirida. Em 2017, reduzimos o consumo total de energia dos centros de dados em 7%, mas o aumento do consumo em outras instalações causou uma subida dos números registados por ocupante em 2016. As instalações de ID conduzem experiências piloto similares a operações de produção, e o consumo de energia para estes processos não está correlacionada com o número de ocupantes.

Continuámos a poupar energia utilizando a nossa ferramenta de gestão energética de computadores. Continuamos a focar-nos na otimização dos nossos sistemas de gestão de edifícios e a ampliar a utilização de iluminação LED em muitos dos nossos escritórios, para reduzir o nosso consumo energético.

Estamos também a considerar o impacto de carbono das nossas decisões de aquisição energética. Em 2017, 42% dos locais de trabalho que detemos adquiriram eletricidade renovável certificada. Além disso, os nossos escritórios no centro de Londres e em Surrey tornaram-se neutros em carbono através da aquisição de gás renovável certificado. Apesar dos desafios colocados na redução da energia adquirida por ocupante, continuamos a reduzir o impacto dos GEE nos nossos escritórios.

Reduzir os impactos do escritório

Reduzir as deslocações de funcionários

Estamos a investir em instalações avançadas de videoconferência para facilitar a comunicação entre os nossos funcionários enquanto reduzimos as suas deslocações. Até 2011 esta rede irá abranger mais de 30 países.

54 países eram abrangidos até final de 2011.


A nossa perspetiva

Continuámos a investir na implementação do programa Skype para Negócios bem como em instalações avançadas de videoconferência para reduzir a nossa pegada ambiental causada pelas deslocações.

O nosso sistema avançado de videoconferência, Video Presence, é utilizado mensalmente em mais de 950 reuniões em escritórios Unilever de todo o mundo. Temos instalações de videoconferência em 90 países. Isto tem reduzido substancialmente a nossa necessidade de deslocações para reuniões, e as nossas emissões de carbono. O resultado são benefícios claros na poupança de custos e tempo para a empresa e reduz as cansativas deslocações para os nossos funcionários.

Para reduzir ainda mais o impacto dos GEE causado pelas deslocações dos nossos funcionários, introduzimos mensagens sobre os benefícios da utilização do Video Presence quando os funcionários utilizam o nosso sistema de marcações de viagem para agendar voos. Isto encoraja os funcionários a viajarem apenas quando necessário.

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