O Plano de Sustentabilidade Unilever para

Origem sustentável

Origem sustentável

Cultivar para o futuro - a origem sustentável nunca foi tão importantes.

A adoção generalizada da agricultura sustentável é crucial se pretendemos alimentar mais de 9 mil milhões de pessoas sem esgotar os recursos naturais do planeta.

Os métodos de agricultura sustentável têm o potencial de aumentar consideravelmente o rendimento das colheitas, mitigar os efeitos das alterações climáticas e proporcionar benefícios económicos e sociais aos agricultores, às suas famílias e às comunidades que integram. 

Acreditamos que a agricultura sustentável irá representar um papel vital no alcançar dos Objetivos Globais para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, em particular as que se referem à erradicação da fome e da pobreza. O nosso trabalho mais alargado sobre as origens dos nossos produtos abrange vários outros Objetivos Globais, tais como as que se referem à educação de qualidade (Meta 4); trabalho condigno e crescimento económico (8); ação climática (13); vida em terra (15); e parcerias para as metas (17).

A reconversão de florestas em plantações agrícolas é uma das principais causas de desflorestação. Utilizando a nossa escala e ativismo, estamos a ajudar a fomentar a mudança transformacional enquanto criamos cadeias de abastecimento inclusivas para pequenos agricultores, que produzem cerca de 80% dos alimentos consumidos nos mercados emergentes da Ásia Meridional e África Subsaariana.

As origens sustentáveis ajudam a garantir o nosso abastecimento, e reduz o risco e volatilidade nas nossas cadeias de fornecimento de matérias-primas. Criam também oportunidades para a inovação: através do foco nas necessidades de vida sustentável do público e na preferência dos consumidores, construímos marcas mais fortes. Os métodos de agricultura sustentável podem também melhorar a qualidade dos nossos produtos, tais como os nossos molhos, sopas, temperos ou gelados.

A nossa estratégia

Ter as nossas matérias-primas agrícolas provenientes de origens sustentáveis pode ajudar-nos a apoiar ações climáticas e melhorar os meios de subsistência das pessoas, enquanto melhoramos a qualidade, fortalecemos as nossas cadeias de abastecimento, e damos aos consumidores marcas em que podem confiar.

Produtor de óleo de palma

O setor agrícola é vital - para o mundo e para o nosso negócio. O mundo necessita de duplicar a produção de alimentos até 2050 para ajudar a alimentar uma população que poderá ultrapassar os 9 biliões de pessoas - e muitas das matérias-primas que utilizamos são provenientes de explorações agrícolas ou florestais.

A agricultura sustentável está no cerne da nossa abordagem ao desafio do clima e desenvolvimento: acreditamos que as práticas agrícolas sustentáveis são um modo vital de ajudar a alcançar as metas dos Objectivos Globais para o Desenvolvimento Sustentável de erradicar a fome e a pobreza, enquanto tornamos o nosso abastecimento de ingredientes mais resiliente. Os métodos de agricultura sustentável têm o potencial de aumentar o rendimento das colheitas, mitigar os efeitos das alterações climáticas e proporcionar benefícios económicos e sociais aos agricultores, às suas famílias e às comunidades que integram.

Estamos também a desenvolver a rastreabilidade na nossa cadeia de abastecimento através do nosso Código de Agricultura Sustentável. O conhecimento da proveniência das nossas matérias-primas permite-nos trabalhar em conjunto com outros agentes para a criação de normas responsáveis, e para termos um impacto positivo nos meios de subsistência das vidas cujo trabalho na nossa cadeia de abastecimento é tão importante para o nosso sucesso.

Estamos comprometidos com a proveniência de origens sustentáveis a 100% das nossas matérias-primas agrícolas. As origens sustentáveis ajudam a garantir o nosso abastecimento, e reduz o risco e volatilidade nas nossas cadeias de fornecimento de matérias-primas. Criam também oportunidades para a inovação: através do foco nas necessidades de vida sustentável do público e na preferência dos consumidores, construímos marcas mais fortes..

Como iremos obter as nossas matérias-primas de modo sustentável?

Até 2.5 mil milhões de consumidores utilizam diariamente os nossos produtos. Necessitamos de cerca de 7 milhões de toneladas de matéria-prima agrícola para fazer estes produtos e milhões de pessoas representam um papel essencial no seu fornecimento. A nossa visão é que as cadeias de abastecimento que produzem estas matérias-primas agrícolas representem um papel crucial na intenção da Unilever em tornar a vida sustentável um hábito comum.

Trabalhando em conjunto com outros, pretendemos assegurar que todos os principais bens dos quais dependemos - principalmente óleo de palma, soja, papel e cartão - são produzidos de modo sustentável para os mercados de consumo dominantes

Pretendemos criar uma mudança sistémica através de:

  • levar as origens sustentáveis aos mais altos critérios na nossa rede de fornecedores
  • impulsionar a mudança através de políticas contínuas de melhoria com os fornecedores
  • promover a sensibilização para as origens sustentáveis entre os nossos consumidores
  • representar um papel de liderança na transformação dos setores agrícolas relevantes para a nossa atividade
  • desenvolver a sustentabilidade nos setores do chá e do óleo de palma
  • proteger a biodiversidade.

Trabalhar em parceria com outros é crucial para alcançar a nossa ambição de tornar a agricultura sustentável a prática dominante. Isto inclui colaborações com fornecedores, agricultores, ONGs, e os governos locais, bem como trabalhar com outras empresas do setor.

A nossa abordagem

Durante mais de 15 anos temos sido pioneiros em vários programas e iniciativas criadas com o intuito de conduzir às mais exigentes normas de origens sustentáveis no interior das nossas operações e cadeia de fornecimento, evoluindo e desenvolvendo-as em paralelo com iniciativas mais abrangentes do setor e de múltiplos agentes onde estas existam. Estes programas e políticas, em particular o nosso Programa de Agricultura Sustentável e o Código de Agricultura Sustentável Unilever, a nossa Política de Origens Responsáveis, e mais recentemente o Código para a Extração Responsável, estão no cerne da nossa abordagem.

Corresponder aos nossos padrões de exigência

No âmbito da agricultura, o nosso programa é impulsionado pelo nosso Código de Agricultura Sustentável Unilever, que exige o seu cumprimento por todos os nossos fornecedores. Os fornecedores cumprem o Código através de uma auto-avaliação comparada, ou através de certificação externa que cumpre ou ultrapassa as nossas próprias normas. Por exemplo, o selo Rainforest Alliance Certified™ oferece aos consumidores a garantia que os produtos certificados são provenientes de explorações agrícolas que aplicam rigorosas normas de sustentabilidade.

Em 2017 voltámos a lançar a nossa Política de Origem Responsável. Isto atualiza a nossa POR de 2014 e substitui o nosso anterior Código do Fornecedor. A nossa atividade depende da integridade, força e sustentabilidade dos muitos milhares de parceiros na nossa cadeia de abastecimento e a nossa nova Política assegura que estamos a trabalhar com os nossos fornecedores em direção a um futuro a longo prazo e de sucesso para todas as partes. 

Os níveis de melhoria contínua da POR foram criados para ajudar os fornecedores a progredir mais ainda na gestão responsável das suas operações. Inclui, por exemplo, normas para fornecedores sobre a promoção de direitos humanos fundamentais.

O nosso compromisso

Estamos comprometidos em obter 100% das nossas matérias-primas agrícolas de origem sustentável até 2020.

Progressos até à data

51% das nossas matérias-primas agrícolas foram provenientes de origemns sustentável no final de 2016 (2015: 60%). Isto inclui 48% de origens físicas sustentáveis (2015: 39%) e 3% na forma de certificados principalmente utilizados na soja e açúcar (2015: 3%).

2016, deixámos de comprar certificados GreenPalm (2015: 18%).

Em 2016 atualizámos a nossa Política de Óleo de Palma e antecipámos a nossa meta de adquirir 100% de óleo de palma fisicamente certificado de 2020 para 2019. Parámos também de adquirir certificados GreenPalm, que representavam 18% das nossas matérias-primas de origens sustentáveis em 2015. Isto criou uma quebra temporária na nossa performance de 60% em 2015 para 51% em 2016. 

Caso tivéssemos continuado a adquirir certificados GreenPalm ao mesmo nível a nossa performance global de sustentabilidade teria sido de 66%. Ao invés disso, aumentámos a nossa compra de matéria-prima agrícola física sustentável de 39% em 2015 para 48% em 2016 enquanto mantivemos a mesma proporção de certificados adquiridos para a soja e açúcar (3% em 2015 e 2016).

Desafios futuros

A origem sustentável das nossas matérias-primas continua a ser uma meta ambiciosa. Sabemos que não iremos alcançar todas as nossas metas para 2020 a menos que outros nos acompanhem para trazer mudanças sistémicas. É por isso que temos tido um papel ativo em colaborações no setor tais como a Field to Market e a plataforma Sustainable Agriculture Initiative (SAI), e estamos a trabalhar estreitamente com outros para desenvolver normas de garantia e certificação para o setor, em especial no que diz respeito aos direitos laborais e às condições de trabalho.

Sabemos também que a verificação e certificação não garantem soluções isoladamente. Para tornar a vida sustentável um hábito comum, precisamos de comunicar aos consumidores o valor das origens sustentáveis. Ao fazê-lo, iremos influenciar os seus hábitos de consumo no sentido de selecionarem produtos provenientes de origens sustentáveis e impulsionar o crescimento do nosso negócio.

Mudança transformacional - Descubra como estamos a fomentar a mudança transformacional através da eliminação da desflorestação, da defesa do papel da mulher, do apoio à agricultura sustentável e aos pequenos agricultores, e a melhorar a água, saneamento e higiene.


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Metas e performance

Temos metas claras para várias das nossas matérias-primas agrícolas.


Origem sustentável
O nosso compromisso

Até 2020 iremos ter 100% das nossas matérias-primas agrícolas provenientes de origem sustentável: 10% em 2010; 30% em 2012; 50% em 2015; 100% em 2020.

A nossa performance

51% das nossas matérias-primas agrícolas foram provenientes de origem sustentável no final de 2016 (2015: 60%). Isto inclui 48% como origens fisicamente sustentáveis (2015: 39%) e 3% na forma de certificados principalmente utilizados na soja e açúcar (2015: 3%).

Em 2016, deixámos de adquirir certificados GreenPalm (2015: 18%).*

*Em 2016, caso tivéssemos continuado a adquirir certificados GreenPalm, a nossa performance global de origens sustentáveis em 2016 teria sido de 66%.

A Nossa Perspetiva

Muitas das nossas matérias-primas são provenientes de explorações agrícolas e plantações. As decisões que tomamos sobre onde as obtemos, e com quem trabalhamos, podem ter implicações profundas nos recursos naturais do planeta e nas alterações climáticas. Têm também um impacto social mais amplo no desenvolvimento humano, afetando os meios de subsistência de muitos.

Através da escolha em origens sustentáveis, podemos proteger recursos escassos. Queremos eliminar a desflorestação e assegurar que o uso do território e as questões sociais e das comunidades são geridas de modo responsável. Para a nossa atividade, obter produtos provenientes de origens sustentáveis significa que asseguramos a segurança do abastecimento enquanto gerimos a nossa pegada ambiental e reduzimos a volatilidade do mercado.

Estamos comprometidos com a obtenção desde origens sustentáveis de todas as nossas matérias-primas agrícolas. Através do trabalho com outros, pretendemos assegurar que todos os principais bens dos quais dependemos - principalmente óleo de palma, soja, papel e cartão - são produzidos de modo sustentável para os mercados de consumo dominantes.

Em 2016 atualizámos a nossa Política de Óleo de Palma e antecipámos a nossa meta de adquirir 100% de óleo de palma fisicamente certificado de 2020 para 2019. 

Parámos também de adquirir certificados GreenPalm, que representavam 18% das nossas matérias-primas de origens sustentáveis em 2015. Contudo, a nossa meta de obter 100% do nosso óleo de palma de origens sustentáveis fisicamente certificadas até 2019 está ainda em linha, com 36% dos nossos volumes de óleo de palma a já serem certificados em 2016 (representando 9% de todas as matérias-primas agrícolas).

Pretendemos ao longo de cinco anos redirecionar $50 milhões que teriam sido gastos na aquisição de certificados GreenPalm e investi-los em parcerias locais. Isto tem o objetivo de aumentar a disponibilidade do óleo de palma certificado e aumentar a sua obtenção direta desde pequenos agricultores.

O óleo de palma criou uma quebra temporária na nossa performance de matérias-primas agrícolas de origens sustentáveis, de 60% em 2015 para 51% em 2016. Caso tivéssemos continuado a adquirir certificados GreenPalm ao mesmo nível a nossa performance global de origens sustentáveis teria sido de 66%. Ao invés disso, aumentámos a nossa compra de matéria-prima agrícola física sustentável de 39% em 2015 para 48% em 2016 enquanto mantivemos a mesma proporção de certificados adquiridos para a soja e açúcar (3% em 2015 e 2016).


  • Alcançado

  • Dentro do plano

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    do objetivo alcançado

Legenda
  • Alcançado

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As nossas metas

Consulte por favor Certificação Independente para obter mais informação sobre o nosso programa de certificação em todo o Plano de Sustentabilidade Unilever.

Óleo de palma sustentável

Iremos adquirir todo o óleo de palma de origem sustentável fisicamente certificada até 2019.

(Meta revista em 2016)

36% do óleo de palma de origem fisicamente certificada em 2016, alcançados através de uma combinação de fornecimento isolado, de balanço de massa, e certificados GreenPalm.


A Nossa Perspetiva

Em 2016 revimos a nossa Política de Óleo de Palma e adiantámos a nossa meta para adquirir 100% de óleo de palma fisicamente certificado de 2020 para 2019. Estamos em linha para alcançar esta meta mais ambiciosa.

Para refletir o compromisso da nossa Política de Óleo de Palma e para nos focarmos na nossa meta de 2019, descontinuámos as comunicações comparativas com a nossa anterior meta de 2015.

Decidimos deixar de adquirir certificados GreenPalm. Estes representavam 18% das nossas matérias-primas agrícolas provenientes de origens sustentáveis em 2015; alcançar 36% de óleo de palma sustentável em 2016 representa 9% de todas as nossas matérias-primas agrícolas.

Pretendemos ao longo de cinco anos redirecionar $50 milhões que teriam sido gastos na aquisição de certificados GreenPalm e investi-los em parcerias locais. Isto tem o objetivo de aumentar a disponibilidade do óleo de palma certificado e aumentar a sua obtenção direta desde pequenos agricultores.

Papel e cartão sustentáveis

Iremos obter 75% do papel e cartão para as nossas embalagens de florestas certificadas como sendo geridas de modo sustentável ou de material reciclado até 2015. Iremos alcançar 100% até 2020.

99% do nosso papel e cartão foi proveniente de florestas certificadas como sendo geridas de modo sustentável ou de material reciclado no final de 2016, uma subida em relação aos 98% registados em 2015.


A Nossa Perspetiva

Em 2016, 59% do nosso volume total (proveniente de florestas geridas de modo sustentável ou material reciclado) foi recebido com uma certificação externa ou total cadeia de responsabilidade. Os 40% restantes foram provenientes de material reciclado.

Existem desafios para os nossos fornecedores na disponibilização de provas comprováveis para defender a composição de produtos não certificados no nosso material reciclado. Para acabar com isto, iremos intensificar o volume de produtos reciclados certificados que adquirimos até 2019 e obter a fibra reciclada de fornecedores com certificação externa.

Convidar os nossos fornecedores a certificarem os materiais reciclados dá garantias à nossa empresa e, igualmente importante, ajuda a apoiar um mercado para os materiais reciclados certificados. Em 2016, alcançámos 62% – crescendo dos 56% em 2015.

Soja sustentável

Toda a nossa soja será proveniente de origens sustentáveis até 2014 e todos os óleos de soja até 2020.

100% da nossa soja era adquirida de origens sustentáveis até ao final de 2014.

65% do óleo de soja proveniente de origens sustentáveis no final de 2016.


A Nossa Perspetiva

Alcançámos a nossa meta de ter 100% da nossa soja proveniente de origens sustentáveis até 2014 (através da aquisição física de soja certificada RTRS para a nossa marca AdeS).

Em 2016, 65% do nosso óleo de soja era proveniente de origens sustentáveis. Isto inclui óleo de soja certificado pela Round Table for Responsible Soy (RTRS), certificados RTRS trocados em 2016 e soja auto-verificada nos EUA.

O nosso programa de soja sustentável nos EUA cresceu de apenas 44,000 acres em cultivo em 2013, para 675,000 acres em 2016. Estas explorações fornecem atualmente 80% do óleo de soja sustentável que necessitamos para a nossa marca Hellmann's nos EUA.

Chá sustentável

  • Até 2015 pretendemos que todo o chá utilizado nas saquetas de chá Lipton seja proveniente de origens certificadas pela Rainforest Alliance™.

Desde 2015, 100% de todo o chá utilizado nas nossas saquetas de misturas de chá Lipton é proveniente de origens certificadas pela Rainforest Alliance™.


  • Até 2020, 100% de todo o chá Unilever, incluindo o chá vendido a granel, será proveniente de origens sustentáveis.

Globalmente, 75% de todo o chá adquirido para as nossas marcas foi proveniente de origens sustentáveis em 2016; 68% era certificado pela Rainforest Alliance™ e 7% era verificado pela Trustea.


A Nossa Perspetiva

Adquirimos cerca de 10% do chá preto mundial e em 2007 fomos a primeira grande empresa mundial de chá a comprometer-se com a origem sustentável do seu chá a larga escala. Em 2015, alcançámos a nossa meta de ter 100% do chá utilizado nas nossas saquetas de misturas de chá Lipton proveniente de origens sustentáveis. Em 2016, 75% de todo o nosso chá era era proveniente de origens sustentáveis certificadas e estamos em linha para alcançar a nossa meta para 2020.

Através das Farmer Field Schools que estabelecemos em parceria com a Kenya Tea Development Agency (KTDA) e a The Sustainable Trade Initiative (IDH), permitimos que cerca de 86,000 agricultores, incluindo cerca de 42,000 mulheres, tivessem acesso a iniciativas que pretendem melhorar as suas práticas agrícolas. As Farmer Field Schools ajudam a partilhar as melhores práticas agrícolas, aumentar a produtividade das colheitas, melhorar a qualidade, e melhorar a saúde e a nutrição. Atualmente parte integrante do sistema de chá da KTDA, em 2016 transferimos o controlo total das Farmer Field Schools para a KTDA.

Fruta e legumes sustentáveis

  • Iremos adquirir 100% da nossa fruta de origem sustentável até 2015.
67

67% da fruta adquirida de modo sustentável no final de 2015; 85% no final de 2016.


  • Iremos adquirir 50% dos nossos 13 principais legumes e ervas desde origem sustentável até 2012 e 100% até 2015. Isto representa mais de 80% do nosso volume global de legumes e ervas.
92

92% dos nossos 13 principais legumes e ervas adquiridos a origens sustentáveis até final de 2015, uma subida dos 59% registados em 2012. Alcançámos 95% em 2016.


A Nossa Perspetiva

Adquirimos o nosso primeiro fruto sustentável em 2012. O progresso tem sido mais lento do que gostaríamos e temos tido alguns percalços em direção à nossa meta para 2015. Para os nossos 13 principais legumes, ultrapassámos a nossa meta interna de 50% em 2012 (alcançando 59%), mas os frutos e legumes são um portefólio complexo de matérias-primas com uma base de fornecedores bastante alargada e diversa.

Estas complexidades da cadeia de abastecimento dificultaram a obtenção da nossa meta de 100% para todo o nosso portefólio até 2015. Contudo, em 2016, 85% das nossas frutas eram provenientes de origens sustentáveis, assim como 95% dos nossos 13 principais legumes e ervas.

Entretanto, continuamos a trabalhar para alcançar os 100%, trabalhando em parceria com colegas do setor para abranger a totalidade da nossa base de fornecedores.

Cacau sustentável

Iremos obter o cacau para os nossos gelados Magnum de origem sustentável até 2015. Todo o restante cacau será proveniente de origem sustentável até 2020.

98% do cacau para Magnum era proveniente de origem sustentável através de certificação Rainforest Alliance no final de 2015; 98% em 2016.

No geral, 64% de todo o cacau é proveniente de origem sustentável..


A Nossa Perspetiva

Magnum é a nossa maior marca de gelado, comercializada em 52 países, sendo que todos à exceção de dois utilizam cacau certificado Rainforest Alliance™. O desafio permanece para a utilização de cacau Rainforest Alliance Certified™ na Venezuela e Israel, onde a disponibilidade de grãos de cacau certificado é limitada. Iremos encontrar uma solução alternativa para alcançar os 2% finais da conversão.

Mantemo-nos em linha com a nossa meta para 2020 de obter todo o nosso cacau de origem sustentável, aumentando de 60% em 2015 para 64% em 2016.

Açúcar sustentável

Todo o nosso açúcar será proveniente de origens sustentáveis até 2020.

62% do açúcar era proveniente de origens sustentáveis no final de 2016.


A Nossa Perspetiva

Controlamos o açúcar de beterraba antes de mais através do nosso Código de Agricultura Sustentável e utilizamos principalmente certificação Bonsucro para o açúcar de cana. Em 2016 adquirimos açúcar auto-verificado e fisicamente certificado (de beterraba e cana, 35%) e satisfizemos parte das nossas necessidades de açúcar com créditos Bonsucro (27%).

Na Europa, o nosso fornecedor Nordzucker tornou-se num dos primeiros a concluir o Farm Sustainability Assessment desenvolvido pela SAI Platform e adotada por várias empresas do ramo de alimentos e bebidas como uma norma comum para o setor. Embora o açúcar fornecido pela Nordzucker já cumprisse as nossas próprias normas do Código de Agricultura Sustentável, aplaudimos a transição para SAI como um passo em frente na generalização da sustentabilidade.

No açúcar de cana perseguimos uma estratégia dupla de criar mais capacidade física no solo enquanto continuamos a aplicar créditos. Através da plataforma Bonsucro, uma organização não lucrativa de múltiplos agentes que promove o açúcar de cana sustentável, estamos a trabalhar no continente Americano e na Ásia para aplicar esta estratégia combinada.

Óleo de girassol sustentável

Todo o nosso óleo de girassol será proveniente de origens sustentáveis até 2020.

53% do óleo de girasol era proveniente de origens sustentáveis no final de 2016.


A Nossa Perspetiva

Temos efetuado bons progressos para que a proveniência do nosso óleo de girassol seja de origens sustentáveis. Aumentámos o nosso volume de 45% em 2015 para 53% em 2016 através da implementação do nosso programa com os nossos parceiros Cargill e ADM.

Em 2016, recebemos os nossos primeiros volumes de óleo de girassol cultivado na Turquia e Argentina da parte de fornecedores que efetuaram a transição para o nosso Código de Agricultura Sustentável.

Óleo de colza sustentável

Iremos obter todo o nosso óleo de colza de origem sustentável até 2020.

80% do óleo de colza proveniente de origem sustentável no final de 2016.


A Nossa Perspetiva

Estamos a efetuar progressos firmes no óleo de colza. Em 2016, a grande maioria dos nossos volumes Europeus de óleo de colza foram provenientes de origens sustentáveis. Isto inclui o óleo para os nossos cremes de barrar Alemães Rama, e a maionese Hellmann's no Reino Unido. Isto também abrange toda a nossa gama Flora no Reino Unido. A maioria destes volumes são de origens locais, de agricultores em locais próximos às nossas instalações de produção.

Continuamos a trabalhar com os nossos fornecedores e outros parceiros, incluindo uma iniciativa conjunta com o nosso parceiro Bunge no Canadá, onde mais de 170 agricultores subscreveram em 2016 o programa do nosso Código de Agricultura Sustentável, aumentando para um total de 278. Em estreita colaboração com os nossos consultores agrícolas, Control Union, estes agricultores efetuaram a transição das suas práticas para os nossos requisitos muito antes do prazo previsto.

Laticínios sustentáveis e criação animal

Todos os nossos produtos lácteos serão de origem sustentável até 2020.

70% dos produtos lácteos provenientes de origens sustentáveis no final de 2016.


A Nossa Perspetiva

Temos feito bons progressos, aumentando de 59% em 2015 para 70% em 2016. Um número crescente dos nossos fornecedores e produtores alcançou o estatuto de sustentabilidade nos laticínios em países tão diversos como os EUA, Equador, Europa e Nova Zelândia.

Na Turquia estamos a testar modos de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa associados ao leite - incluindo técnicas que pretendem melhorar o conforto, saúde e longevidade dos bovinos. Na Índia continuámos o nosso teste com a World Animal Protection, Nestlé e fornecedores para formar pequenos produtores em práticas de bem-estar animal e alimentação.

Continuámos também os nossos esforços para converter setores da indústria para uma norma de origens sustentáveis, utilizando o nosso sucesso na Austrália e Irlanda - onde desde 2013 e 2015 respetivamente, o setor leiteiro tem em prática programas equivalentes ao nosso Código de Agricultura Sustentável.

Comércio Justo Ben & Jerry's

Todos os sabores de gelado Ben & Jerry’s terão a certificação Comércio Justo até 2013.

77

77% dos sabores de gelado Ben & Jerry’s obtiveram a certificação Comércio Justo em 2013. Alcançámos os 100% em 2014.


A Nossa Perspetiva

Os gelados Ben & Jerry’s foram os primeiros a utilizar ingredientes Comércio Justo (CJ) em 2005. Até ao final de 2011 na Europa, obtivemos a certificação Comércio Justo para todos os nossos produtos produzidos e distribuídos na Europa.

Em 2012, devido a questões relacionadas com a qualidade e disponibilidade, descobrimos que não nos era possível obter todos os ingredientes certificados CJ para uma conversão global. Devido a isso revimos a nossa meta de 'todos os ingredientes' para a certificação de 'todos os sabores'.

Identificámos que através do uso de ingredientes CJ para os cinco maiores bens utilizados nas nossas misturas base e para os nossos pedaços e swirls, e seguindo as derrogações CJ apropriadas, todos os nossos sabores de gelado poderiam qualificar-se para certificação Comércio Justo até 2013. Alcançámos 77% em 2013.

Em 2013 decidimos também utilizar apenas ingredientes não-OGM por origem das sementes. Uma vez que isto adicionou alguma complexidade aos nossos programas de conversão, adiámos os nossos planos, obtendo a certificação CJ para todos os nossos sabores em 2014.

Ovos de galinhas criadas ao ar livre

Pretendemos passar para 100% de ovos de galinhas criadas ao ar livre em todos os nossos produtos,* incluindo os gelados Ben & Jerry’s e as maioneses Hellmann’s, Amora e Calvé.

53% dos ovos eram de galinhas criadas ao ar livre até final de 2016.


A Nossa Perspetiva

O nosso estudo mostrou que os consumidores preferem produtos feitos com ovos de galinhas criadas ao ar livre. Nós utilizamos ovos em maioneses, temperos, molhos e gelados. Contudo, as condições nas quais os ovos são produzidos variam imenso em todo o mundo. Levamos muito a sério o bem-estar animal, como uma preocupação social e ética.

Na Europa Ocidental, a Hellmann’s, Amora e Calvé os ovos utilizados são já 100% de galinhas criadas ao ar livre desde 2009, e uma vez concluída a conversão da nossa cadeia de abastecimento na Europa Oriental, todos os nossos produtos Europeus serão capazes de utilizar ovos de galinhas criadas ao ar livre até 2014.

Os gelados Ben & Jerry’s já utilizam apenas ovos de galinhas criadas ao ar livre na Europa desde 2004; até ao final de 2011, 99% de todos os ovos utilizados em todo o mundo nos gelados Ben & Jerry’s eram também de galinhas criadas ao ar livre.

Continuámos a efetuar bons progressos na nossa cadeia de abastecimento Norte Americana - onde mais de 60% dos nossos requisitos de ovos foram supridos com ovos de galinhas criadas ao ar livre até ao final de 2016.

Origem sustentável dos materiais de escritório

Até 2013 todo o material de escritório com base em papel para os nossos 21 principais países será proveniente ou de florestas sustentáveis certificadas ou fontes recicladas.

100% dos materiais com base em papel provenientes de florestas sustentáveis certificadas ou fontes recicladas no final de 2013.


A Nossa Perspetiva

O nosso compromisso abrange produtos de escritório de papel tais como papel de impressão, blocos de notas e envelopes. Utilizando papel de origens sustentáveis ou recicladas, evitamos a utilização de madeira de origens não sustentáveis, ajudando o nosso objetivo de acabar com a desflorestação.

Alcançámos a nossa meta em 2013, quando 100% do nosso material de escritório com base em papel nos nossos principais 21 países foi proveniente de florestas sustentáveis certificadas ou de origens recicladas. Todos os nossos fornecedores assinaram um certificado de conformidade, e controlamos a conformidade através de relatórios trimestrais. Onde necessário, efetuámos a alteração de produtos não-sustentáveis para produtos sustentáveis.

Em seguida ampliámos a nossa ambição dos 21 principais países para todos os outros países Europeus e da América Latina, com o propósito de alcançar 100% de conformidade até ao final de 2015, que foi alcançado.

Apesar de não termos prestado mais informações acerca desta meta após a termos alcançado em 2013, continuamos a estimular um maior uso de papel sustentável por toda a nossa empresa.

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