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O Plano de vida sustentável da Unilever para

Origem sustentável

Origem sustentável

A obtenção de produtos de origem sustentável é vital para alimentar a população mundial enquanto se respeita os recursos do planeta – e é essencial para o crescimento responsável do nosso negócio.

Pessoas, planeta e prosperidade: porque necessitamos todos que a agricultura sustentável floresça

Como irá o mundo encarar o desafio de alimentar mais de 9 mil milhões de pessoas sem esgotar os recursos naturais do planeta? Como iremos atingir as nossas ambições de fazer crescer a Unilever de um modo responsável, com uma cadeia de fornecimento que simultaneamente conserva a confiança dos consumidores e cria novas oportunidades para a ocorrência de impactos sociais positivos e crescimento do negócio?

Acreditamos que uma grande parte da resposta a ambas as questões pode ser encontrada na adoção generalizada da agricultura sustentável – e é por isso que assumimos o compromisso de obter as nossas matérias-primas agrícolas de origem sustentável.

Os métodos de agricultura sustentável têm o potencial de aumentar consideravelmente o rendimento das colheitas agrícolas, mitigar os efeitos das alterações climáticas, e fornecer aos agricultores, às suas famílias e às comunidades circundantes a oportunidade de construirem sociedades mais prósperas – para que possam contribuir para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Os benefícios comerciais são claros. A origem sustentável ajuda a assegurar as nossas matérias-primas, reduzindo o risco e a volatilidade nas suas cadeias de fornecimento. Abrem oportunidades para a inovação: o foco nas necessidades de sustentabilidade das pessoas e nas preferências dos consumidores ajuda-nos a construir marcas mais fortes. Os métodos de agricultura sustentável podem também melhorar a qualidade dos nossos produtos, tais como os nossos molhos, sopas, temperos e gelados.

A nossa estratégia

Os nossos produtos são utilizados diariamente por 2.5 mil milhões de pessoas – cerca de um terço da população mundial. Necessitamos de aproximadamente 7 milhões de toneladas de matérias-primas agrícolas para criar os nossos produtos – e milhões de pessoas desempenham um papel importante a fornecê-las. Assegurar que essas matérias-primas agrícolas são produzidas de modo sustentável é essencial para a Unilever e para o seu objetivo de tornar a sustentabilidade um hábito comum.

Produtor de óleo de palma

O futuro do crescimento: enfrentar os desafios e encontrar oportunidades

As cadeias de fornecimento global são complexas, e a produção de alimentos e outras matérias-primas está relacionada com vários problemas, incluindo a desflorestação, escassez de água e direitos laborais. Mas utilizando a nossa escala, trabalhando com parceiros e dominando a promoção destas práticas, acreditamos que podemos ajudar a fomentar a mudança transformacional nestes sistemas globais enquanto melhoramos a sustentabilidade das nossas próprias matérias-primas agrícolas.

Simultaneamente, através da sua ligação a milhões de pessoas em comunidades agrícolas, a nossa cadeia de fornecimento agrícola será essencial para alcançar as ambições sociais do nosso Plano de Sustentabilidade Unilever – por exemplo, através da criação de cadeias de fornecimento inclusivas para os pequenos agricultores que produzem cerca de 80% dos alimentos consumidos nos mercados emergentes da Ásia Meridional à África Subsaariana Este processo aumenta a visibilidade que temos da nossa cadeia de fornecimento, ajuda-nos a combater riscos e encontrar oportunidades para inovar. Também nos ajuda a manter a confiança dos consumidores e outros stakeholders – confiança que é essencial para uma empresa alimentar, que acredita em comida nutritiva cultivada de modo sustentável.

Como estamos a trabalhar rumo à obtenção das nossas matérias-primas agrícolas de modo sustentável

A nossa abordagem tem cinco vertentes principais:

  • utilização de origem sustentável com normas elevadas na nossa rede de fornecedores
  • fomentar a mudança com os fornecedores através de políticas de melhoria contínua
  • aumentar a sensibilização para a origem sustentável entre os nossos consumidores
  • desempenhar um papel de liderança na transformação dos setores agrícolas relevantes para o nosso negócio, com um foco especial na sustentabilidade do chá e óleo de palma
  • proteger a biodiversidade.

Todas estas vertentes envolvem o trabalho em parceria com outros interessados para transformar os sistemas de alimentação globais. Isto inclui a colaboração com fornecedores, agricultores, ONGs, e governos locais, bem como a colaboração com outras empresas do setor. O trabalho que estamos a fazer com pequenos agricultores para alcançar impactos sociais positivos em conjunto com a agricultura sustentável é também descrito em Melhorar as Condições de Vida.

Programas que impulsionam a mudança

Desde o início da década de 1990, fomos pioneiros em vários programas e iniciativas criadas com o intuito de fomentar os mais altos padrões para a utilização da origem sustentável dentro das nossas operações e cadeia de fornecimento, desenvolvendo-os em paralelo com iniciativas abrangentes do setor e parcerias. Estes programas e políticas, nomeadamente o nosso Programa de Agricultura Sustentável, o nosso Código de Agricultura Sustentável Unilever (PDF | 2MB) (CAS) e a nossa Política de Origem Responsável (PDF | 9MB) (POR), estão no centro da nossa abordagem.

Quando lançámos o nosso Plano de Sustentabilidade Unilever, em 2010, definimos vários objetivos ambiciosos ao longo de todo o nosso negócio, incluindo a obtenção de 100% das nossas matérias-primas agrícolas de forma sustentável. Estimulados por estes objetivos, vários destes programas progrediram rapidamente no seu início.

Evoluir a nossa abordagem

Em 2016 iniciámos uma análise total à nossa estratégia de origem sustentável para assegurar que continuamos a evoluir a nossa abordagem e maximizar o nosso impacto. Colocámos a nós próprios questões complexas, sobre como pode a nossa cadeia de fornecimento gerar os volumes de colheitas sustentáveis que necessitamos. E como podemos melhorar os nossos padrões – tanto para gerir o risco, bem como para melhorar o nosso impacto social e ambiental positivo enquanto fazemos crescer o nosso negócio. Olhámos também para as dinâmicas de mercado e como a origem sustentável está a evoluir entre setores.

Esta análise profunda realçou a nossa necessidade de fortalecer ainda mais o nosso programa geral de origem sustentável, e em especial atualizar o nosso Código de Agricultura Sustentável (CAS). Trabalhando em parceria com os nossos fornecedores temos feito fortes progressos. Contudo, existe agora a necessidade de adaptarmos a nossa abordagem com base no que aprendemos durante os últimos seis anos para reduzir ainda mais o risco, aumentar a confiança na nossa cadeia de fornecimento e criar mudanças que afetem todo o setor. Por estas razões, em 2018 estamos a iniciar em grande escala a certificação de acordo com o nosso Código de Agricultura Sustentável 2017 (PDF | 2MB). O Código atualizado inclui um maior ênfase nas questões sociais relacionadas com cinco áreas-chave (zero desflorestação; direitos humanos, incluindo o Consentimento Livre, Prévio e Informado; conformidade legal; trabalho migrante; e mecanismos de reclamação para trabalhadores).

A nossa análise confirmou também que apesar da nossa direção estratégica ser a correta para a nossa empresa, sociedade e ambiente, somos incapazes de alcançar o nosso objetivo até 2020 apesar dos avanços consideráveis que efetuámos. Isto deve-se parcialmente a não termos a escala necessária para alcançar mudanças suficientes em todas as plantações. E parcialmente porque a extensão e complexidade de algumas cadeias de fornecimento torna extremamente difícil a existência de uma linha de visão que identifique os agricultores situados no seu extremo e, por consequência, que nos pudesse garantir que as suas práticas são sustentáveis.

Portanto, necessitamos de concentrar agora os nossos esforços onde podemos causar o maior impacto. Isto levou-nos a identificar um conjunto de culturas e produtos prioritários, que são não só cruciais para as nossas marcas mas causam também os maiores impactos nos seus setores agrícolas. Estas incluem o óleo de palma, papel e cartão, soja, açúcar, chá, produtos lácteos, colza, cereais, legumes, cacau, infusões à base de plantas e baunilha.

Mantemos o nosso compromisso de obter matérias-primas agrícolas de origem sustentável mas reconhecemos que esta precisa de ser uma ambição a longo prazo. Continuamos também a fomentar a mudança transformacional e a melhorar os modos de vida em todo o setor.

O nosso compromisso

Mantemos o nosso compromisso de obter 100% das nossas matérias-primas agrícolas de origem sustentável, até 2020.

Progresso até à data

56% das nossas matérias-primas agrícolas foram provenientes de origem sustentável até final de 2017 (2016: 51%). Isto inclui mais de 51% de origem física sustentável (2016: 48%) e quase 5% na forma de certificados, principalmente utilizados na soja e açúcar (2016: 3%).

Apesar da nossa análise estratégica ter confirmado que não iremos alcançar o nosso objetivo de ter 100% das matérias-primas de origem sustentável até 2020, iremos colocar um maior ênfase nas questões sociais enquanto damos início em grande escala durante 2018 ao nosso fortalecido Código de Agricultura Sustentável 2017. Em paralelo, de 2018 em diante iremos concentrar os nossos esforços em várias culturas e produtos onde podemos causar o maior impacto dentro dos seus setores agrícolas.

Iremos continuar a fomentar a mudança transformacional e a melhorar as condições de vida em todo o setor. Por exemplo, dando outro fim ao dinheiro anteriormente gasto em certificados GreenPalm para o óleo de palma, em 2017 tornámo-nos no primeiro investidor empresarial no fundo &Green, que visa reduzir o risco de investimento privado em larga escala, a produção agrícola sem desflorestação e que foi criado em parceria com o governo norueguês e o IDH, a Iniciativa de Comércio Sustentável.

Consulte os Objetivos e performance para saber mais.

Ver os benefícios da ambição

Definimos um objetivo ambicioso para nós próprios por uma razão: para criar uma nova mentalidade e estimular a inovação que pode catalisar um salto qualitativo, não apenas na nossa empresa mas também através do setor.

Estamos a assistir aos benefícios destas mudanças, e das lições que aprendemos sobre alcançar a transformação num sistema tão complexo como o alimentar. Por exemplo, sabíamos que era a ação correta a fazer para o nosso negócio quando em 2007 estabelecemos o objetivo de obter todo o nosso chá de fonte sustentável, mas tínhamos também conhecimento da existência de várias questões sociais e ambientais a enfrentar. Estas tiveram de ser resolvidas através de um conjunto de ações no terreno em parcerias para desenvolver práticas sustentáveis, e com governos, membros do setor e muitas outras organizações para melhorar as normas. Hoje em dia, 81%† do nosso chá é proveniente de origem sustentável, maioritariamente do Quénia, onde 580,000 agricultores alcançaram a certificação Rainforest Alliance para as suas explorações, em colaboração com a Kenya Tea Development Agency. E o chá Rainforest Alliance CertifiedTM representa agora cerca de um quinto da produção mundial de chá.

Desafios futuros

Apesar de terem sido efetuados progressos, iremos sempre reconhecer que as mudanças necessárias para transformar os sistemas alimentares globais apenas poderão ser eficazes através da ação coletiva. Desempenhamos um papel ativo em colaborações do setor como o Field to Market e a plataforma Sustainable Agriculture Initiative (SAI), e estamos a trabalhar em estreitas parcerias para desenvolver normas de garantia e certificação, em especial relativas aos direitos laborais e condições de trabalho.

Contudo, sabemos que as normas e garantias isoladas não garantem soluções. Para fazer com que a sustentabilidade se torne um hábito comum, precisamos de continuar a transmitir o valor da origem sustentável aos consumidores, algo que é já um objetivo central de muitas das nossas marcas líderes de Alimentos e Bebidas, saiba mais em Cultivado para o bem. Ao fazê-lo, iremos influenciar os seus hábitos de consumo em direção a produtos provenientes de origem sustentável e fomentar o crescimento do nosso negócio.

Para saber mais consulte a Nossa abordagem à origem sustentável.

Assegurado de modo independente pela PwC


Expanda para saber mais sobre o a origem sustentável

Objetivos e performance

Temos objetivos claros para várias das nossas matérias-primas agrícolas.


Origem Sustentável
O nosso compromisso

Até 2020 iremos obter 100% das nossas matérias-primas agrícolas de origem sustentável: 10% até 2010; 30% até 2012; 50% até 2015; 100% até 2020.

A nossa performance

56% das nossas matérias-primas agrícolas foram provenientes de origem sustentável até final de 2017 (2016: 51%). Isto inclui mais de 51% de origem sustentável física (2016: 48%) e quase 5% na forma de certificados, principalmente utilizados na soja e açúcar (2016: 3%).

A nossa perspetiva

Muitas das nossas matérias-primas são provenientes de explorações agrícolas e plantações. As decisões que tomamos sobre de onde as obtemos, e com quem trabalhamos, podem ter implicações profundas nos recursos naturais do planeta e nas alterações climáticas. Têm também um impacto social mais amplo no desenvolvimento humano, afetando as condições de vida de muitos.

Utilizando origem sustentável podemos proteger recursos escassos. Queremos eliminar a desflorestação e assegurar que o uso do solo e as questões sociais e das comunidades são geridas de modo responsável. Para o nosso negócio, a utilização de origem sustentável significa que garantimos a segurança do abastecimento enquanto gerimos a nossa pegada ambiental e reduzimos a volatilidade do mercado.

Ao longo de 2016–2017 realizámos uma análise profunda da nossa estratégia de origem sustentável para assegurar que continuamos a evoluir a nossa abordagem e maximizar o nosso impacto. Apesar de termos efetuado bons progressos, a análise realçou a nossa necessidade de fortalecer ainda mais o nosso programa geral de origem sustentável, e em especial atualizar o nosso Código de Agricultura Sustentável (CAS). Em 2018 estamos a iniciar em grande escala o nosso Código de Agricultura Sustentável 2017. O Código atualizado inclui um maior ênfase nas questões sociais relacionadas com cinco áreas-chave (zero desflorestação; direitos humanos, incluindo o Consentimento Livre, Prévio e Informado; conformidade legal; trabalho migrante; e mecanismos de reclamação para trabalhadores).

A nossa análise confirmou também que apesar da nossa direção estratégica ser a correta para a nossa empresa, sociedade e ambiente, somos incapazes de alcançar o nosso objetivo até 2020 apesar dos avanços consideráveis que efetuámos. Isto deve-se parcialmente a não termos a escala necessária para alcançar mudanças suficientes em todas as plantações. E parcialmente porque a extensão e complexidade de algumas cadeias de fornecimento torna extremamente difícil a existência de uma linha de visão que identifique os agricultores situados no seu extremo e, por consequência, que nos pudesse garantir que as suas práticas são sustentáveis.

Portanto, necessitamos de concentrar agora os nossos esforços onde podemos criar o maior impacto. Isto levou-nos a identificar um conjunto de culturas e produtos prioritários, que não só são cruciais para as nossas marcas mas causam também os maiores impactos nos seus setores agrícolas. Estas incluem o óleo de palma, papel e cartão, soja, açúcar, chá, produtos lácteos, colza, cereais, legumes, cacau, infusões à base plantas e baunilha.

Consulte a Nossa estratégia acima para saber mais.


  • Alcançado

  • Dentro do plano

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    do objetivo alcançado

Legenda
  • Alcançado

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Os nossos objetivos

Consulte por favor a Certificação Independente para saber mais sobre o nosso programa de certificação em todo o Plano de Sustentabilidade Unilever.

Óleo de palma sustentável

Até 2018 iremos adquirir todo o óleo de palma desde origem sustentável fisicamente certificadas.

56%* do óleo de palma proveniente de origens fisicamente certificadas em 2017, alcançados através de uma combinação de fornecimento segregado e em balanço de massa.


A nossa perspetiva

O óleo de palma é uma das nossas matérias-primas prioritárias. Em 2016 revimos a nossa Política de Origem Sustentável para o Óleo de Palma e antecipámos a nossa meta para adquirir 100% de óleo de palma fisicamente certificado para 2019 em vez de 2020. Em 2017 alcançámos 56%† de óleo de palma proveniente de origem fisicamente certificada para os nossos principais volumes * (provenientes de RSPO Mass Balance, RSPO Segregated ou uma norma equivalente que seja independentemente verificada por terceiros).

Em 2016 tomámos a decisão de suspender a compra de certificados GreenPalm. Pretendemos dar outro fim aos $50 milhões que seriam gastos nos próximos cinco anos em certificados GreenPalm e investi-lo em parcerias jurídicas – para aumentar a disponibilidade de óleo de palma certificado e aumentar a sua obtenção direta desde pequenos agricultores. Em 2017 efetuámos o compromisso de investir até $25 milhões no fundo &Green, que pretende eliminar o risco de investimentos privados na produção agrícola a grande escala, sem desflorestação, e foi criado em parceria com o governo Norueguês e a IDH - the Sustainable Trade Initiative.

Assegurado de modo independente pela PwC

* Desde 2017 relatamos apenas os volumes principais de óleo de palma. Os volumes principais excluem derivados de destilados de ácidos gordos de palma (que são subprodutos do processo de refinação), ingredientes e materiais processados por produtores externos.

Transformar a indústria do óleo de palma

Papel e cartão sustentáveis

Iremos obter 75% do papel e cartão para as nossas embalagens desde florestas certificadas como sendo geridas de modo sustentável ou de material reciclado até 2015. Iremos alcançar 100% até 2020.

98% do nosso papel e cartão foi proveniente de florestas certificadas como sendo geridas de modo sustentável ou de material reciclado no final de 2017.


A nossa perspetiva

O papel e cartão são uma das nossas matérias-primas prioritárias e alcançámos os 98% provenientes de origem sustentável em 2017.

Destes, 79% foram recebidos com uma certificação externa e cadeia de responsabilidade completa para demonstrar que foram provenientes de florestas geridas de modo sustentável ou materiais reciclados. Os restantes 19% foram provenientes de materiais reciclados.

Existem desafios para os nossos fornecedores na apresentação de provas verificáveis que sustentem a utilização de produtos não-certificados no nosso material reciclado. Por isso, em 2016 definimos uma nova ambição de acelerar o volume de produtos reciclados certificados que adquirimos até 2018 e obter as fibras recicladas de fornecedores certificados por entidades externas.

Pedir aos nossos fornecedores para certificarem materiais reciclados oferece uma garantia à nossa empresa e, igualmente importante, ajuda a construir o mercado de materiais reciclados certificados.

Papel e cartão de origem sustentável

Soja sustentável

Toda a nossa soja será proveniente de origem sustentável até 2014 e todos os óleos de soja até 2020.

100% da nossa soja era adquirida de origem sustentável no final de 2014.

72% do óleo de soja proveniente de origem sustentável no final de 2017.


A nossa perspetiva

Alcançámos o nosso objetivo de ter 100% da nossa soja proveniente de origem sustentável até 2014 (através da aquisição física de soja certificada RTRS).

A soja é uma das nossas culturas prioritárias e, em 2017, 72%† do nosso óleo de soja foi proveniente de origem sustentável. Isto inclui o óleo de soja certificado pela Round Table on Responsible Soy (RTRS), certificados RTRS trocados em 2017 e óleo de soja auto-verificado nos EUA.

No estado do Iowa, nos EUA, estamos a trabalhar com agricultores de soja e fornecedores de óleo de soja para aumentar o uso de culturas de cobertura como modo de proteger os solos. De apenas 26 agricultores em 2015, o projeto piloto expandiu-se para abranger em 2017 cerca de 170 agricultores que exploram mais de 10,000 hectares.

Óleos de soja, colza e girassol sustentáveis

Chá sustentável

  • Até 2015 pretendemos que todo o chá utilizado nas saquetas de chá Lipton seja proveniente de origens certificadas pela Rainforest Alliance™.

Desde 2015, 100% de todo o chá utilizado nas nossas saquetas de misturas de chá Lipton é proveniente de origens certificadas pela Rainforest Alliance™.


  • Até 2020, 100% de todo o chá Unilever, incluindo o chá vendido a granel, será proveniente de origem sustentável.

Globalmente, 81% de todo o chá adquirido para as nossas marcas foi proveniente de origem sustentável em 2017: 71% era certificado pela Rainforest Alliance™ e 10% era verificado pela Trustea.


A nossa perspetiva

O chá é uma das nossas culturas prioritárias e compramos cerca de 10% de todo o chá preto mundial. Em 2007 fomos a primeira grande empresa de chá a efetuar o compromisso de obter o chá desde origem sustentável em grande escala. Em 2015 alcançámos o nosso objetivo para que 100% de todo o chá utilizado nas nossas saquetas de misturas de chá Lipton fosse proveniente de origens certificadas. Em 2017, 81%† de todo o nosso chá foi proveniente de origem sustentável certificadas.

Em 2017 trabalhámos em cerca de 40 grandes programas na nossa cadeia de fornecimento de chá, com objetivos tais como a melhoria dos rendimentos de trabalhadores e produtores de chá, melhoria da saúde, capacitação das mulheres, melhoria do saneamento, combater as alterações climáticas e apoiar a biodiversidade – com programas individuais que frequentemente abordam múltiplos problemas. Por exemplo, através de ensaios no terreno encomendados ao Centre for Agriculture and Biosciences International, ao longo de 2015–2017 demonstrámos que é possível evitar o uso de pesticidas nas culturas de chá Indianas utilizando uma abordagem ecológica à gestão de pragas.

Chá sustentável – liderar o setor

Fruta e legumes sustentáveis

  • Iremos adquirir 100% da nossa fruta de origem sustentável até 2015.
67

67% da fruta adquirida de origem sustentável no final de 2015; 86% no final de 2017.


  • Iremos adquirir 50% dos nossos 13 principais legumes e ervas de origem sustentável até 2012 e 100% até 2015. Isto representa mais de 80% do nosso volume global de legumes e ervas.
92

92% dos nossos 13 principais legumes e ervas adquiridos de origem sustentável até final de 2015, uma subida dos 59% registados em 2012. Alcançámos 98% em 2017.


A nossa perspetiva

Os frutos e legumes são um portefólio complexo de matérias-primas com uma base de fornecedores bastante alargada e diversa, que dificultaram a obtenção da nossa meta de 100% para todo o nosso portefólio até 2015. Até 2017, 86% da nossa fruta era proveniente de origem sustentável, mas deixará de ser uma das nossas culturas prioritárias de 2018 em diante.

Apesar dos legumes serem uma das nossas culturas prioritárias, subir de 98% para 100% até 2020 continua a ser um desafio uma vez que, para alguns dos legumes que adquirimos, os volumes são ou de pequena dimensão (dificultando o influenciar do mercado a favor das origem sustentável) ou são tecnicamente de difícil conversão para práticas sustentáveis.

Fruta e legumes sustentáveis

Cacau sustentável

Iremos obter o cacau para os nossos gelados Magnum de origem sustentável até 2015. Todo o restante cacau será proveniente de origem sustentável até 2020.

98% do cacau para Magnum era proveniente de origem sustentável através de certificação Rainforest Alliance no final de 2015; 98% em 2017.

No total, 70% de todo o cacau é proveniente de origem sustentável.


A nossa perspetiva

Magnum é a nossa maior marca de gelado e é comercializada em 52 países, sendo que todos à exceção de três utilizam neste momento cacau com o selo Rainforest Alliance Certified™. O desafio persiste para a utilização de cacau Rainforest Alliance Certified™ no Brasil, Venezuela e Israel, onde a disponibilidade de grãos de cacau certificado é limitada. Dado que o cacau é uma das nossas culturas prioritárias, estamos em busca de soluções alternativas para finalizar a conversão.

Mantemo-nos em linha com o nosso objetivo para 2020 de obter todo o nosso cacau desde origem sustentável, aumentando de 64% em 2016 para 70% em 2017.

Cacau e açúcar sustentável

Açúcar sustentável

Todo o nosso açúcar será proveniente de origem sustentável até 2020.

67% do açúcar era proveniente de origem sustentável no final de 2017.


A nossa perspetiva

Controlamos o açúcar de beterraba essencialmente através do nosso Código de Agricultura Sustentável (CAS) e utilizamos principalmente certificação Bonsucro para o açúcar de cana. Em 2017 adquirimos açúcar auto-verificado e fisicamente certificado (de beterraba e cana, 37%) e satisfizemos as nossas restantes necessidades de açúcar com créditos Bonsucro. O açúcar é uma das nossas culturas prioritárias.

Na Europa, em 2016 o nosso fornecedor Nordzucker tornou-se num dos primeiros a concluir o Farm Sustainability Assessment desenvolvido pela SAI Platform e adotada por várias empresas do ramo de alimentos e bebidas como uma norma comum para o setor. Embora o açúcar fornecido pela Nordzucker já cumprisse as nossas próprias normas do CAS, aplaudimos a transição para SAI como um passo no sentido da generalização da sustentabilidade.

No açúcar de cana prosseguimos uma estratégia dupla de criar mais capacidade física no terreno enquanto continuamos a aplicar créditos. Através da plataforma Bonsucro, uma organização não-lucrativa de múltiplos agentes que promove o açúcar de cana sustentável, estamos a trabalhar no continente Americano e na Ásia para aplicar esta estratégia.

Cacau e açúcar sustentável

Óleo de girassol sustentável

Todo o nosso óleo de girassol será proveniente de origem sustentável até 2020.

45% do óleo de girassol era proveniente de origem sustentável no final de 2017.


A nossa perspetiva

Nos últimos anos temos efetuado bons progressos na proveniência do nosso óleo de girassol desde origem sustentável, aumentando o nosso volume para 53% em 2016 através da implementação do nosso programa com os nossos parceiros Cargill e ADM, e adquirindo os nossos primeiros volumes de óleo de girassol cultivado na Turquia e Argentina sob o nosso Código de Agricultura Sustentável.

Contudo, como resultado da análise profunda às origem sustentável que iniciámos em 2016, decidimos concentrar os nossos esforços onde podemos causar o maior impacto. Isto significa que nos iremos focar num conjunto de culturas e bens que não só são cruciais para as nossas marcas, como podem causar os maiores impactos nos seus setores agrícolas. Portanto de 2018 em diante o óleo de girassol deixará de ser uma das nossas culturas prioritárias, mas continuaremos a priorizar as origem sustentável da colza, soja e óleo de palma.

Óleos de soja, colza e girassol sustentáveis

Óleo de colza sustentável

Iremos obter todo o nosso óleo de colza de origem sustentável até 2020.

84% do óleo de colza proveniente de origem sustentável no final de 2017.


A nossa perspetiva

O óleo de colza é uma das nossas culturas prioritárias e continuamos a efetuar progressos sólidos. Em 2017, a grande maioria dos volumes de colza Europeus foram provenientes de origem sustentável. Isto inclui o óleo para os nossos cremes de barrar Alemães Rama, e para a maionese Hellmann’s no Reino Unido. Abrange também toda a nossa gama Flora no Reino Unido. A maioria destes volumes é originário de produtores localizados na proximidade das nossas unidades de produção.

Continuamos a trabalhar com os nossos fornecedores e outros parceiros, incluindo uma iniciativa conjunta com o nosso parceiro Bunge no Canadá, onde mais de 214 agricultores subscreveram em 2017 o programa do nosso Código de Agricultura Sustentável, aumentando para um total de 278. Em estreita colaboração com os nossos consultores agrícolas, Control Union, estes agricultores efetuaram a transição das suas práticas para os requisitos do nosso Código muito antes do prazo previsto.

Óleos de soja, colza e girassol sustentáveis

Laticínios sustentáveis

Todos os nossos produtos lácteos serão provenientes de origem sustentável até 2020.

74% dos produtos lácteos provenientes de origem sustentável no final de 2017.


A nossa perspetiva

Os laticínios são uma das nossas culturas prioritárias e continuámos a efetuar progressos sólidos, aumentando a quantidade proveniente de origem sustentável para 74% em 2017.

Fornecedores e produtores têm alcançado o estatuto de sustentabilidade nos laticínios em países tão diversos como os EUA, Uruguai, Europa e Nova Zelândia.

Na Turquia estamos a testar modos de reduzir as emissões de gases de efeito de estufa associados ao leite - incluindo técnicas que pretendem melhorar o conforto, saúde e longevidade dos bovinos.

Continuámos também os nossos esforços para converter setores da indústria para uma norma de origem sustentável, utilizando o nosso sucesso na Austrália e Irlanda - onde desde 2013 e 2015, respetivamente, o setor leiteiro tem em prática programas equivalentes ao nosso Código de Agricultura Sustentável.

Laticínios sustentáveis

Comércio Justo Ben & Jerry's

Todos os sabores de gelado Ben & Jerry’s terão a certificação Fairtrade até 2013.

77

77% dos sabores de gelado Ben & Jerry’s obtiveram a certificação Fairtrade em 2013. Alcançámos os 100% em 2014.


A nossa perspetiva

Os gelados Ben & Jerry’s foram, em 2005, os primeiros a utilizar ingredientes Fairtrade (FT). Até ao final de 2011, na Europa, obtivemos a certificação Fairtrade para todos os nossos produtos produzidos e distribuídos na Europa.

Em 2012, devido a questões relacionadas com a qualidade e disponibilidade, descobrimos que não nos era possível obter todos os ingredientes certificados FT necessários para uma conversão global. Devido a isso revimos a nossa meta de “todos os ingredientes” para a certificação de “todos os sabores”.

Identificámos que através do uso de ingredientes FT para os cinco maiores produtos utilizados nas nossas misturas-base e para os nossos pedaços e swirls, e seguindo os procedimentos de derrogação FT apropriados, todos os nossos sabores de gelado poderiam qualificar-se para a certificação Fairtrade até 2013. Alcançámos os 77% em 2013.

Em 2013 decidimos também utilizar apenas ingredientes não-OGM por origem das sementes. Uma vez que isto adicionou alguma complexidade aos nossos programas de conversão, adiámos os nossos planos, obtendo a certificação FT para todos os nossos sabores em 2014.

Ben & Jerry’s

Ovos de galinhas criadas ao ar livre

Pretendemos efetuar a conversão para 100% de ovos de galinhas criadas ao ar livre em todos os nossos produtos,* incluindo os gelados Ben & Jerry’s e as maioneses Hellmann’s, Amora e Calvé.

* Onde permitido pela legislação local.

61% dos ovos eram de galinhas criadas ao ar livre até final de 2017.


A nossa perspetiva

O nosso estudo mostrou que os consumidores preferem produtos feitos com ovos de galinhas criadas ao ar livre. Nós utilizamos ovos em maioneses, temperos, molhos e gelados. Contudo, as condições nas quais os ovos são produzidos variam imenso em todo o mundo. Levamos muito a sério o bem-estar animal, como uma preocupação social e ética, e fomos uma das primeiras empresas mundiais a trabalhar com fornecedores de ovos para estes começarem a produzir ovos de galinhas criadas ao ar livre.

Na Europa Ocidental, os ovos utilizados na Hellmann’s, Amora e Calvé são já 100% de galinhas criadas ao ar livre desde 2009, e com a conversão da nossa cadeia de fornecimento na Europa Oriental, todos os nossos produtos Europeus puderam utilizar ovos de galinhas criadas ao ar livre desde 2014.

Os gelados Ben & Jerry’s já utilizam, desde 2004, apenas ovos de galinhas criadas ao ar livre na Europa; até ao final de 2011, 99% de todos os ovos utilizados em todo o mundo nos gelados Ben & Jerry’s eram também de galinhas criadas ao ar livre.

Em 2018 anunciámos o nosso compromisso de converter todos os ovos que utilizamos para ovos de galinhas criadas ao ar livre até 2025.

Bem-estar dos animais de criação

Origem sustentável dos materiais de escritório

Até 2013 todo o material de escritório com base em papel utilizado nos 21 principais países onde nos encontramos será proveniente ou de florestas sustentáveis certificadas ou fontes recicladas.

100% dos materiais com base em papel provenientes de florestas sustentáveis certificadas ou fontes recicladas, no final de 2013.


A nossa perspetiva

O nosso compromisso abrange produtos de escritório de papel tais como papel para impressão, blocos de notas e envelopes. Utilizando papel proveniente de origem sustentável ou reciclável, evitamos a utilização de madeira de origens não sustentáveis, ajudando o nosso objetivo de acabar com a desflorestação.

Alcançámos o nosso objetivo em 2013, quando 100% do nosso material de escritório com base em papel utilizado nos 21 principais países onde nos necontramos foi proveniente de florestas sustentáveis certificadas ou de origens recicladas. Todos os nossos fornecedores assinaram um certificado de conformidade, e controlamos a conformidade através de relatórios trimestrais. Onde necessário, efetuámos a alteração de produtos não-sustentáveis para produtos sustentáveis.

Em seguida ampliámos a nossa ambição do grupo inicial de 21 principais países para todos os outros países Europeus e da América Latina, com o propósito de alcançar 100% de conformidade até ao final de 2015, objetivo que foi alcançado.

Apesar de não termos prestado mais informações acerca deste objetivo após o termos alcançado em 2013, continuamos a estimular um maior uso de papel sustentável por toda a nossa empresa.

Reduzir os impactos no escritório
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